Leid Zejnilovic ajuda líderes a tirar partido dos dados e da inteligência artificial (IA) com responsabilidade – desenha mapas de decisão para adoção tecnológica, converte aprendizagens em valor para o negócio e estabelece regras transparentes para o uso de algoritmos. A sua marca está na capacidade de converter narrativa em resultados, com critérios, métricas e trade-offs claros.
Na Nova SBE, é atualmente Vice-Reitor para IA e Transformação Digital, liderando iniciativas na interseção entre estratégia, tecnologia e impacto social; Co-Diretor Académico do Digital Data Design Institute – uma colaboração entre Nova SBE, Nova Medical School e Harvard University – e Co-Diretor Académico do centro de conhecimento Open and User Innovation.
Reconhecido empreendedor académico com mais de 20 anos de experiência internacional, Leid cofundou
organizações de impacto, como a fundação “Data Science for Social Good” e os centros de conhecimento da Nova SBE “Open and User Innovation” e “Data, Operations & Technology”, ajudando a construir capacidade aplicada em ciência de dados e pontes entre empresas e academia.
Além disso, ajudou a criar a plataforma “Patient Innovation”, uma plataforma digital e organização sem fins lucrativos que promove a partilha de soluções inovadoras desenvolvidas por pacientes e cuidadores.
Todas estas iniciativas se tornaram casos de referência em inovação aberta e tecnológica.
É ainda Associate Editor da revista Data & Policy (Cambridge University Press) na área de Algorithmic Governance, e participa ativamente no debate público sobre IA, dados e organizações, onde defende experimentação responsável e aprendizagem crítica com LLMs (large language models).
Nas suas sessões, os participantes trabalham desafios reais, prototipam soluções, testam hipóteses e definem próximos passos. O objetivo é sair com decisões sustentadas, processos replicáveis e governação de IA/dados proporcional ao risco e à ambição de cada organização.
Leid Zejnilovic afirma que “estamos a entrar num mundo incrível de oportunidades”, em que a educação estará disponível para muitas pessoas de forma adaptativa, para melhorar o processo educativo. Acredita por isso que o papel da Nova SBE é promover a experimentação, garantindo que alunos, professores, corpo docente e parceiros empresariais testam e refletem de forma crítica.