Investigação que faz toda a diferença

Que temos feito?

Investigação e conhecimento fazem parte da génese da missão do NOVAFRICA. Os nossos projetos em gestão económica e empresarial não são desenvolvidos apenas para serem publicados no meio académico, mas têm também uma forte componente prática, ao contribuírem de forma eficaz para a formação de gestores e para a elaboração de políticas públicas.

O centro também promove localmente atividades para o desenvolvimento de competências como estágios, iniciativas de formação e serviços de consultoria nas suas áreas de especialidade.

Veja os nossos projetos abaixo.

Investigadores Principais
Tijan L Bah (Nova SBE)
Cátia Batista (Nova SBE)
Flore Gubert (IRD Paris)
David McKenzie (World Bank)

Coordenador de Projeto
Tijan L Bah (Nova SBE) 

Financiamento
Financiado pela União Europeia

Apoio institucional
Ministério da Juventude e dos Desportos – The Gambia

Sobre o projeto
A migração irregular para a Europa através do mar, embora arriscada, continua a ser uma das opções de migração mais populares para muitos africanos subsarianos. Os formuladores de políticas aumentaram seus esforços para impedir que potenciais migrantes embarquem nessa jornada perigosa. Mas o impacto desses esforços, em sua maioria, não foi rigorosamente avaliado. Esses esforços devem abordar os fatores relevantes no processo de tomada de decisão dos migrantes potenciais. Será que estes realmente sabem quão arriscada é a viagem migratória? Eles têm expectativas realistas em relação à probabilidade de receber asilo após a sua chegada à Europa? Se não, suas intenções de migração e decisões são afetadas por informações mais precisas? Que outras políticas podem ser postas em prática para salvar vidas neste processo? Este projeto realiza um experiência de campo aleatorizada para avaliar o impacto de diferentes políticas para reduzir as migrações irregulares para a Europa. Trabalhamos com 8000 migrantes potenciais de áreas rurais na Gâmbia, o país da África Ocidental com a maior incidência de migrações irregulares para a Europa.

Investigadores Principais
Cátia Batista (Nova SBE)
David Mckenzie (World Bank)
Coordenador de campo
Rui Mascarenhas

Financiador
World Bank

Sobre o projeto
O projeto pretende perceber como potenciais migrantes decidem entre diferentes destinos para trabalhar por forma a testar as previsões de diferentes teorias clássicas sobre migrações. Foram testadas teorias de maximização de utilidade, auto-escolha de migrantes segundo as suas aptidões, e escolha migratória no contexto de múltiplos destinos. Estas teorias foram testadas variando em simultâneo custos de migração, constrangimentos na liquidez, risco, benefícios sociais, e informação incompleta. Demonstrámos como o modelo clássico de maximização de utilidade com auto-seleção baseada nas aptidões ou não, leva a uma taxa de migração prevista mais elevada do que quando a decisão de migrar é feita tendo em conta hipóteses mais realistas. Foi obtida, também, evidência de que simplesmente chamar “casa” a um local aumenta a probabilidade de não migração. Por último, é investigada a hipótese de independência de alternativas irrelevantes. A conclusão é que a hipótese é verdadeira se envolver apenas informação sobre salários, custos, e restrições de liquidez. Quando é acrescentado o risco de desemprego e informação incompleta, a independência de alternativas irrelevantes já não é respeitada por, aproximadamente, 20% da amostra.

Investigadores principais
Tijan L Bah (Nova SBE)
Cátia Batista (Nova SBE)

Financiamento
NOVAFRICA | Nova SBE

Sobre este projeto
A migração para a Europa através do mar, sem quaisquer condições de segurança, continua a ser uma das opções mais populares entre migrantes de países da África subsaariana. O presente projeto tem como objetivo perceber o que leva os migrantes a colocarem a sua vida em risco ao migrarem ilegalmente de África Ocidental para a Europa. Foi realizada uma experiência de campo na Gâmbia rural, utilizando uma amostra de jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 25 anos, aos quais foram apresentados diversos cenários hipotéticos onde poderiam morrer durante a viagem para a Europa, sobre a obtenção de asilo ou visto de residência permanente.  De acordo com os dados obtidos, os possíveis migrantes subestimam quer o risco de morrer durante a travessia para a Europa, quer a probabilidade de obterem o visto de residência permanente. Os resultados da experiência sugerem que a decisão de migrar pode ser alterada dependendo da informação que é disponibilizada aos possíveis migrantes.

Resultados preliminares sobre o que leva as pessoas a migrar ilegalmente podem ser encontrados no working paper

Investigadores Principais
Pedro Vicente (Nova SBE)
Teresa Molina (Nova SBE)
Joana Cardim (Nova SBE)

Coordenador de campo
Carine Canonici Costa
Xaver Schenker

Instituição de gestão
ProFuturo

Sobre o projeto
A cobertura da escola primária tem aumentado em muitos países em desenvolvimento, Angola não é exceção. No entanto, os indicadores de aprendizagem, tais como as taxas de alfabetização e numeração, não são tão otimistas. Muitos programas têm tentado melhorar a qualidade da educação nos países em desenvolvimento, alguns através da tecnologia como parte integrante de novos métodos pedagógicos. O hardware de computador combinado com o software de aprendizagem adaptativa pode potencialmente ter um forte impacto positivo na realização dos alunos.

O ProFuturo é um desses programas. Através da sua própria visão pedagógica, vai muito além da provisão de hardware tecnológico, pois oferece uma abordagem inovadora e personalizada ao ensino e à aprendizagem.

Este estudo tem como objetivo avaliar o impacto do programa ProFuturo – Aula Digital no contexto específico da capital de Angola, Luanda, através de um estudo randomizado controlado. O objetivo principal da avaliação é medir o impacto do programa ProFuturo-Aula Digital, revelando os seus pontos fortes e em que aspectos se pode melhorar. Para se chegar a uma análise abrangente, propomos medir não apenas os resultados que ilustram as habilidades cognitivas dos alunos, como as que utilizam testes escritos padronizados, mas também os resultados mediadores, nomeadamente os relacionados com as taxas de motivação e ausência do professor e do aluno, expectativas, satisfação e habilidades não-cognitivas dos alunos, como confiança, cooperação e autoconhecimento.

Principais Investigadores
Miguel Lebre de Freitas (Nova SBE)
Miguel Lino Ferreira (Nova SBE)

Coordenador de Projeto
Miguel Lino Ferreira

Financiamento
Banco Millenium Atlântico

Sobre o Projeto
A parceria entre o Banco Millennium Atlântico (BMA) e o NOVAFRICA tem transformado a AGE – Atlântico Global Economics num núcleo de pesquisa de alto nível na África Austral, com uma forte capacidade técnica e analítica. O objetivo é tornar o BMA no líder na produção de conhecimento sobre a evolução, perspetivas e oportunidades da economia angolana num contexto internacional. Todos os produtos são o resultado de uma colaboração estreita e contínua entre os membros do NOVAFRICA sediados em Lisboa, e os seus colegas do BMA em Luanda, criando assim uma única equipa de trabalho.

Enquanto o NOVAFRICA garante a coordenação científica e executiva do projeto, dada a experiência dos seus membros na produção de análises macroeconómicas internacionais, o BMA usa a sua estrutura para reunir informações locais e aceder a fontes de dados institucionais.

A equipa AGE produz relatórios trimestrais sobre a economia angolana, além de uma série de textos curtos sobre questões específicas.

Coordenador de projeto
Miguel Lino Ferreira

Parceiro
Global Business School Network

Fianciador
Johnson & Johnson

Informações do programa MDI
O Instituto de Desenvolvimento de Gestão (MDI) para organizações de cuidados de saúde é um programa intensivo de uma semana, projetado para aprimorar as habilidades de liderança e gestão dos gerentes de programas e líderes das organizações sub-saarianas, governamentais e não-governamentais, dedicados à prestação de cuidados de saúde, serviços para populações mal atendidas. O MDI é administrado pela Global Business School Network e financiado pela Johnson & Johnson.

O MDI foi lançado em português em Maputo em 2017 e é gerido pelo NOVAFRICA. Este programa para países de língua portuguesa ocorreu em Maputo, Moçambique.

Para mais informações, siga o link.

Como se inscrever
O MDI está à procura de equipas ou grupos que não excedam 3 indivíduos de organizações que têm responsabilidades de liderança relacionadas para a implementação de programas e prioridades nacionais de saúde no seu país ou região. Dependendo do país e do setor, os candidatos podem ter os seguintes títulos: Diretor, Diretor Executivo, Gerente de Projeto, Gerente de Programa, Coordenador de Programa, Coordenador de Saúde Pública, Coordenador Regional, Diretor Médico, Enfermeiro-chefe, Superintendente Médico, Coordenador de País, Chefe de Finanças / Administração.

Trinta e seis participantes são selecionados para cada edição.

Por favor, veja o formulário para candidatura e mais informações aqui.

Principais Investigadores
Pedro Vicente (Nova SBE)
Rute Martins Caeiro (Nova SBE)

Coordenador de Campo
Rute Martins Caeiro

Financiamento
União Europeia e Camões – Instituto da Cooperação e da Língua

Instituições
NOVAFRICA
VIDA

Sobre este Projeto
Uma colaboração com o Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano (VIDA)

A maioria da população da Guiné-Bissau continua a residir em áreas rurais e é extremamente dependente da agricultura de subsistência. Este projeto de investigação avalia o impacto de um programa de agricultura para pequenos agricultores no noroeste da Guiné-Bissau, implementado pela organização parceira, VIDA.

A intervenção foca-se na promoção da cooperação entre agricultores, na formação técnica agronómica, no uso de insumos agrícolas, e na ligação com os mercados de produtos agrícolas. Desta forma, conduzimos um estudo de impacto aleatória para avaliar os efeitos da intervenção nos níveis de coesão social entre agricultores, adoção de tecnologia agrícola, níveis de produção, e padrões de vida. Avaliamos ainda o papel das redes sociais no processo de adoção de técnicas agrícolas.

Investigadores principais

Pedro Vicente (Nova SBE)
Teresa Molina (Nova SBE)
Mattia Fracchia (Nova SBE)

Coordenação de campo

Melisa Rodrigues

Instituição gestora

ONG VIDA

Sobre este projeto

O setor da saúde na Guiné-Bissau enfrenta uma grave escassez de profissionais de saúde e falta de acesso às instalações de saúde. Portanto, o governo guineense e os seus parceiros nacionais e internacionais definiram uma estratégia nacional para reduzir a mortalidade materna, infantil e juvenil e aumentar o acesso às provisões básicas de saúde, nas quais as iniciativas comunitárias de saúde desempenham um papel crucial. Neste contexto, a ONG VIDA, juntamente com o Ministério da Saúde, criou e organizou um sistema de Agentes Comunitários de Saúde (CHA) no Setor Autónomo de Bissau.

Os programas da CHA estão a tornar-se cada vez mais populares na África subsaariana. Nos últimos anos, os profissionais da saúde da comunidade tornaram-se uma parte essencial das estratégias nacionais e internacionais na prestação de cuidados de saúde na região. Ao mesmo tempo, existe uma preocupação de que a baixa motivação dos CHAs possa ameaçar os benefícios potenciais de investir em programas de CHA.

Este estudo quer investigar até que ponto um modelo em que os incentivos não financeiros são oferecidos em cima de benefícios monetários básicos pode resultar em um sistema sustentável e efetivo para incentivar os CHAs nos países em desenvolvimento. Primeiro, estudamos incentivos que ativam a motivação intrínseca dos agentes, relacionados às características pró-sociais do papel do CHA e recompensas não monetárias visando a motivação extrínseca dos agentes, como o reconhecimento social na comunidade. Em segundo lugar, este estudo também quer testar se a disseminação de informações sobre o trabalho das CHAs em comunidades específicas pode melhorar a eficácia do programa. Finalmente, também vamos dedicar atenção à possível complementaridade entre os diferentes esquemas de incentivo não financeiro, bem como à complementaridade entre os esquemas de incentivo e beneficiários mais informados.

Investigadores Principais

Cátia Batista (Nova SBE)
Julia Seither (Nova SBE)

Financiamento

IGC – International Growth Center
 

Sobre o Projeto

Aumentar a produtividade do empreendedorismo e transformar micro-empresas em PMEs é um dos principais desafios enfrentados pelos decisores políticos locais, instituições internacionais e organizações não governamentais em Moçambique.

O objetivo deste projeto de investigação é fornecer dados experimentais sobre os mecanismos e as possíveis soluções para apoiar exatamente este objetivo. Para este propósito, um estudo piloto de controlo aleatório será implementado entre empresários de pequena escala nos arredores de Maputo. Especificamente, iremos fornecer dados experimentais para responder às seguintes questões-chave:

  • Poderá a formação de empreendedores afetar positivamente a produtividade de microempresas em países de baixa renda?
  • Poderão as aspirações dos empreendedores, ou seja, as metas que eles próprios colocam, ser alteradas de uma forma positiva que conduza as suas microempresas a um maior grau de eficiência?
  • Poderão ser obtidos ganhos de produtividade sinérgicosmatravés da combinação de formação empresarial com a transfornmação positiva das aspirações dos micro-empresários?
Principais Investigadores

Cátia Batista (Nova SBE)
Pedro Vicente (Nova SBE)

Coordenadores de Projeto

Stefanus Leeffers
Julia Seither
Ines Vilela

Financiamento

GLM – LIC
Programa de Crescimento e Mercado de Trabalho em Países de Baixa Renda

Sobre o Projeto

Uma colaboração com a Carteira Móvel e o Banco Central de Moçambique

A introdução da tecnologia do mobile money em Moçambique criou uma oportunidade e interesse na sociedade moçambicana, com o Governo e o Banco Central de Moçambique prestando muita atenção ao seu impacto potencial. Embora experiências com o mobile money em outros contextos origine grandes expectativas, há falta de evidência causal que forneça orientação sobre as consequências da introdução desta nova tecnologia, especialmente nas áreas rurais sem acesso a bancos tradicionais.

Este projeto de pesquisa concentra-se no impacto potencial do mobile money em remessas de migrantes para famílias rurais nas três províncias do sul de Moçambique. Beneficiou-nos o fato de esta tecnologia ainda não ter sido introduzida em nas zonas rurais de Moçambique no início do projeto e que nossa instituição parceira, Carteira Móvel, concordou em selecionar aleatoriamente as áreas rurais onde esta tecnologia era e não foi oferecida durante o período de vigência do projeto.

O projeto de pesquisa experimental permite medir o impacto da introdução de pagamento móvel em áreas rurais sobre a magnitude e frequência das transferências urbano-rural, ao mesmo tempo em que examina padrões de substituição no uso de diferentes canais de remessa e os motivos que potencialmente explicam essa substituição – nomeadamente reduz os custos de transação e aumenta a confiança no canal de remessas.

Pode encontrar mais informações sobre a introdução do mobile money nas zonas rurais de Moçambique aqui e também através deste vídeo. Os resultados preliminares do impacto do dos serviços bancárois móveis podem ser encontrados no working paper, no resumo com as implicações políticas e no conjunto de dados.

Em julho de 2015, o Banco Central de Moçambique, o Centro Internacional de Crescimento e o NOVAFRICA organizaram conjuntamente uma conferência sobre as inovações e os desafios enfrentados na promoção do desenvolvimento financeiro em Moçambique. O evento ofereceu aos pesquisadores internacionais e decisores locais a oportunidade de discutir iniciativas atuais e projetos de pesquisa que avaliem o impacto do mobile money nas áreas rurais e o desenvolvimento de microempresas na área de Maputo. Encontre mais informações sobre os oradores e o programa da conferência aqui.

Investigadores Principais

Alex Armand (Universidad de Navarra)
António Cruz (Universidade Eduardo Mondlane)
Pedro Vicente (Nova SBE)

Colaboração

Alex Coutts (Nova SBE)

Coordenação de Projeto

Inês Vilela

Financiamento

3ie – Transparency and Accountability Initiative

Parcerias

@Verdade Newspaper
 

Sobre o Projeto

 

Nos últimos anos Moçambique descobriu recursos naturais substanciais. As reservas de gás conhecidas na bacia de Rovuma têm o potencial de transformar Moçambique num participante global nas exportações de gás natural liquefeito. Sendo uma democracia recente, e com instituições relativamente fracas, Moçambique também enfrenta riscos consideráveis de recursos e má administração de receitas no futuro, particularmente visto que a independência e penetração da comunicação social são baixas e que o nível de responsabilidade política não está a melhorar.

Este projeto de investigação avaliará a distribuição de informação sobre a gestão do gás natural recém-descoberto na bacia do Rovuma e a realização de reuniões de cidadãos onde serão deliberadas as principais prioridades no que concerne das ao modo como as receitas provenientes destes recursos são gastas. Através da disponibilização generalizada de informação sobre a gestão dos recursos naturais no país, a maldição dos recursos pode, eventualmente, ser contrariada.

No dia 6 de março, o Nova SBE NOVAFRICA  Knowledge Center (Moçambique) em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane (Moçambique) e a Universidade de Navarra (Espanha) organizou um workshop sobre iniciativas de transparência e responsabilidade na indústria de extração em Moçambique como uma iniciativa prospetiva para a conceção deste projeto de investigação. Para mais informações sobre este workshop veja aqui.

Investigadores Principais

Cláudia Custódio (Nova SBE)
Daniel Metzger (Stockholm School of Economics)

Coordenação de Campo

Diogo Mendes

Assistente de Investigação

Mattia Fracchia

Financiamento

International Growth Center (IGC)

Parcerias

Stockholm School of Economics

Sobre o Projeto

Este projeto de investigação procura compreender a visão e as práticas de Executivos seniores no que respeita a políticas financeiras.

Este estudo será realizado através de entrevistas presenciais com executivos das maiores empresas em Moçambique e dele resultará uma análise detalhada do contexto financeiro neste país. Os resultados constituirão uma nova forma de analisar o ambiente de negócios em Moçambique e constituirão uma preciosa ferramenta para o desenho de políticas efetivas em prol de um crescimento económico sustentável no país.

Investigadores Principais

Cátia Batista (Nova SBE)
Gharad Bryan (LSE)
Dean Karlan (Yale University)

Coordenação de Projeto

Timoteo Simone

Financiamento

Islamic Development Bank (IDB) and International Growth Center (IGC)

Parcerias

Innovations for Poverty Action (IPA) e Centro de Investigação e Transferência de Tecnologia para o Desenvolvimento Comunitário (CITT)

 

Sobre o Projeto

Uma colaboração com o Projeto Aldeias Sustentáveis e o Ministério da Ciência e Tecnologia de Moçambique

 

O uso de tecnologias agrícolas melhoradas (tais como fertilizantes ou sementes melhoradas) é muito limitado em Moçambique. Neste projeto levamos a cabo um estudo aleatório para avaliar o impacto na adoção dessas mesmas tecnologias por pequenos agricultores que as experimentam.

O projeto decorre no distrito de Molumbo, Zambézia, e analisa o efeito que o ensino aos agricultores acerca de como usar estas novas tecnologias agrícolas nas suas parcelas agricolas pode ter na adoção dessas mesmas tecnologias. A intervenção combina diferentes graus de assistência técnica e disseminação dos resultados da intervenção nas aldeias.

Este estudo de avaliação de impacto é realizado no âmbito do Fundo de Solidariedade Islâmico para o Desenvolvimento (ISDF) e do Projeto de Aldeias Sustentáveis (SVP) em Moçambique.

Investigadores Principais

Cátia Batista (Nova SBE)
Pedro Vicente (Nova SBE)
Sandra Sequeira (LSE)

Coordenação de Projeto

Matilde Grácio
Rute Martins Caeiro

Parcerias

Carteira Móvel
Central Bank of Moçambique

Financiamento

International Growth Center (IGC)
United States Agency for International Development (USAID)

Sobre o Projeto

Uma colaboração com Carteira Móvel e o Banco Central de Moçambique.

O objetivo deste projeto é aprender como o dinheiro móvel pode aumentar a capacidade de poupança das microempresas, e investigar como as competências para os negócios afetam a gestão otimizada da poupança para o desenvolvimento de negócios em Moçambique. Para nossa melhor compreensão, este estudo será o primeiro a testar a importância relativa, a complementaridade e a sustentabilidade das intervenções de baixo custo que alavancam a tecnologia acessível para promover o desenvolvimento de microempresas.

Usando uma metodologia de estudo de controlo aleatório de 2×2, vamos avaliar (1) o papel dos telemóveis (dinheiro móvel) para facilitar a poupança; (2) o impacto de um programa de treino financeiro destinado a ajudar as microempresas a gerir com eficiência as suas micro-poupanças e a trabalhar para alcançar os objetivos de negócio a longo prazo definidos pelos próprios microempresários.

Investigadores Principais

Cátia Batista (Nova SBE)
Marcel Fafchamps (Stanford University)
Pedro Vicente (Nova SBE)

Coordenação de Projeto

Stefanus Leeffers

Financiamento

International Growth Center (IGC)

 

 

Sobre o Projeto

Uma colaboração com a Carteira Móvel

Investigação recente em Moçambique mostrou a adoção considerável de dinheiro móvel em áreas rurais no sul de Moçambique. No entanto, continua sem se entender como a informação e a adoção se difunde entre os utilizadores de dinheiro móvel em áreas rurais.

Este projeto de investigação examina como a influência social e os pares afetam a adoção de serviços de dinheiro móvel. Para este fim, durante os dois últimos anos, foram criados (exogenamente) laços sociais entre cerca de 1.000 utilizadores de dinheiro móvel que integraram um ensaio clínico aleatório implementado pelo NOVAFRICA (mais informações sobre este projeto aqui). Neste contexto, atribuíremos aleatoriamente laços sociais entre os participantes e, ao variar a estrutura da rede social, seremos capazes de avaliar o papel da densidade da rede, da aglomeração e da centralidade na difusão das informações e da adoção. Dentro das redes, os indivíduos seleccionados terão acesso a informações adicionais, o que nos permitirá medir o quanto esta informação afeta o uso de dinheiro móvel.

Investigadores Principais

Vincenzo Di Maro (World Bank)
Pedro Vicente (Nova SBE)
Danila Serra (Southern Methodist University)
Stefan Leeffers (Nova SBE)

Coordenação do Projeto

Frederica Mendonça
Ornella Dellaccio
Bruno Spellanzon
Miguel Lino Ferreira
Timothy Brennan

Parcerias

FAS, Banco Mundial

Financiamento

Banco Mundial

 

Sobre o Projeto

Um esforço conjunto entre o FAS e o Banco Mundial

O Fundo de Apoio Social (FAS) presta apoio a instituições locais, privilegiando também o financiamento de infraestruturas (e.g., escolas, centros de saúde) em todas as províncias de Angola.

Em colaboração com a Iniciativa de Avaliação de Impacto de Desenvolvimento do Banco Mundial, o NOVAFRICA está a desenhar e implementar um projeto de avaliação de impacto da componente de reforço da capacitação institucional das autoridades locais, enquadrado no quadro atual de apoio ao FAS pelo Banco Mundial. O projeto-piloto está a ser desenvolvido na província do Cuanza-Sul e inclui medições exaustivas através de recolha de dados primários e inquéritos aos agregados familiares.

O NOVAFRICA aconselha o Governo de Angola em termos específicos sobre as opções das políticas de desenvolvimento locais, não só para as futuras actividades do FAS, mas também para outras agências governamentais de desenvolvimento local.

Investigadores principais

Macartan Humphreys
Pedro Vicente

Coordenação de campo

Tiago Almeida

Financiamento

USAID

 

Sobre este projeto

Esta avaliação de impacto explora duas iniciativas para aumentar a participação de eleitores e a participação política em Moçambique, um país com baixas taxas de participação. Uma das possíveis explicações para baixa participação e participação limitada é informação insuficiente sobre questões políticas e públicas. Em particular, há uma escassez de jornais, e os leitores dos jornais são extremamente baixos em Moçambique. Como tal, essa avaliação de impacto pergunta se a distribuição de um jornal gratuito com informações sobre as próximas eleições pode aumentar a participação dos eleitores.

Além disso, tendo em conta a uniformidade e a eficácia das campanhas de participação nos eleitores em muitos países, a participação moçambicana e outras participações políticas também podem ser aumentadas através de esforços de mobilização mais concertados. O aumento do acesso às tecnologias de informação e comunicação oferece um mecanismo de baixo custo e anteriormente não disponível para promover essa participação. Como resultado, esta avaliação pergunta se as campanhas SMS podem aumentar a participação política e, se puderem, que tipo de campanha SMS é mais efetiva.

Veja mais sobre este projeto de pesquisa neste vídeo.

Investigadores principais

Pedro Vicente
Esselina Macome

Gerenciamento de Projetos

Aurora Bila
Rafael Francisco

Coordenação de campo

Margarida Ortigão

Instituições de gestão

NOVAFRICA
Banco de Moçambique

Patrocínio

International Growth Center

 

Sobre este projeto
Um esforço colaborativo com o Banco de Moçambique

Este estudo é a primeira parte de um projeto relativo a Pagamentos Eletrónicos em Moçambique, com o objetivo de diagnosticar o acesso a pagamentos bancários e eletrónicos (POS, Banca Móvel e Dinheiro Móvel) por pequenas empresas nas cidades de Moçambique.

Para esse fim, foram selecionadas 1000 pequenas empresas nas cidades de Maputo e Matola para responder a uma pesquisa de linha de base com o objetivo de analisar quais as empresas que usariam esses serviços e quais os fatores, em relação ao negócio e ao proprietário, são mais propensos a influenciar seu uso.

Principais investigadores

Cátia Batista
Pedro Vicente
Dean Yang

Gestão de projetos

Luke Crowley

Coordenação de campo

Matilde Grácio
Guilherme Rodrigues

Instituição de gerenciamento

Innovations for Poverty Action (IPA)

Financiamento

Agricultural Technology Adoption Initiative (ATAI)
United States Agency for International Development (USAID)

Parceria

Carteira Móvel

 

Sobre este projeto
Um esforço colaborativo com Carteira Móvel

Este estudo tem como objetivo promover o uso adequado e a integração do uso de fertilizantes nas práticas agrícolas em Moçambique, especificamente dos agricultores em terras secas. Assim, estudamos as culturas produzidas, o uso de insumos agrícolas, os ciclos de cada cultura e algumas características básicas dos agricultores, como idade, género, tamanho do agregado familiar.

O objetivo é ser capaz de melhorar os níveis de produção desses agricultores através da introdução da tecnologia do dinheiro móvel, o mKesh, um serviço que permite o uso do telemóvel para fazer transações em dinheiro, como depósitos, levantamentos ou transferências. Este projeto terá lugar na província de Manica e 600 agricultores participarão, divididos em quatro grupos de 150. Cada grupo terá acesso a diferentes partes do mKesh, a fim de verificar qual das vertentes tem um melhor impacto no nível de poupança e consequentemente o nível de produção de cada agricultor.

Procuramos mais informações sobre práticas agrícolas em Moçambique, fortalecendo a literatura existente nesta área. A introdução de diferentes vertentes da mKesh elimina alguns problemas de acesso às instituições financeiras existentes em áreas agrícolas mais remotas. A introdução deste serviço pode levar a um aumento na economia dos agricultores, permitindo maior investimento em insumos agrícolas. Esse crescimento do investimento agrícola consequentemente aumenta a quantidade produzida, melhorando o padrão de vida desses agricultores através da venda desta produção adicional em mercados agrícolas.

Principais investigadores

Cátia Batista
Daniel Silverman
Dean Yang

Coordenação de campo

Cheney Wells

Parceria

Banco Oportunidade de Moçambique (BOM)

Instituição de gestão

Innovations for Poverty Action (IPA)

Financiamento

Agricultural Technology Adoption Initiative (ATAI)
International Growth Center (IGC)

Sobre este projeto
Um esforço colaborativo com o Banco Oportunidade de Moçambique

As transferências entre famílias são extremamente comuns e substanciais em países em desenvolvimento, como Moçambique. Por que as pessoas dão? Quais são as principais barreiras à doação e como podem ser superadas?

As respostas básicas a estas perguntas são fornecidas executando uma experiência de lab-in-the-field. Estudar participantes em Moçambique urbano jogam jogos de ditadores onde a sua contrapartida é a pessoa mais próxima deles fora de sua casa.

Nesses jogos, os indivíduos compartilham mais com os homólogos quando eles têm a opção de dar em espécie (na forma de bens), em comparação com o que deve ser em dinheiro. Os resultados sugerem que esse efeito é impulsionado pelo desejo de controlar como os destinatários usam os recursos superdotados. Os determinantes económicos padrão, como a taxa de retorno à doação e o tamanho da doação, também afetam a doação, mas os efeitos são significativamente menores do que o efeito da opção em espécie.

Principais investigadores

Pedro C. Vicente
Rute Caeiro

Coordenação de campo

Rute Caeiro

Financiamento

Fundação Calouste Gulbenkian

Instituições de gestão

NOVAFRICA
VIDA

 

Sobre este projeto
Um esforço colaborativo com Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano (VIDA)

Em colaboração com a ONG portuguesa VIDA, analisamos o impacto de uma intervenção baseada em alimentos para combater a deficiência de vitamina A com batata-doce de cor de laranja (OFSP).

A deficiência de vitamina A ainda é um problema público generalizado na África Subsaariana. Em colaboração com a ONG portuguesa VIDA, analisamos o impacto de uma intervenção baseada em alimentos para combater a deficiência de vitamina A com batata-doce de cor de laranja (OFSP).
Mais especificamente, realizamos uma avaliação aleatória do treinamento relacionado ao OFSP para mulheres agricultoras no sul de Moçambique, na qual foram ensinados conceitos básicos de nutrição, como plantar OFSP e como apresentar a OFSP nas refeições domésticas. Pretendemos avaliar a extensão da adopção do OFSP e os seus efeitos nos principais indicadores nutricionais.

Para informações adicionais sobre a ONG VIDA, veja aqui.

Principais investigadores

Cátia Batista
Pedro Vicente

Coordenação de campo

Inês Vilela

Parceiros

Carteira Móvel
Banco Central de Moçambique

Financiamento

International Growth Center
Fundação para a Ciência e Tecnologia

Sobre o projeto

 

Um esforço colaborativo com a Carteira Móvel e o Centro Internacional de Crescimento

A Carteira Movel, controlada pelo principal operador de telecomunicações de telemóveis em Moçambique, lançou o primeiro serviço de dinheiro móvel no país (mKesh de marca). Colaboramos com a Carteira Móvel e o Banco Central de Moçambique para fornecer um estudo aprofundado de vários canais de impacto das operações de banca móvel.

Em particular, analisaremos o impacto de trazer os serviços bancários para as comunidades rurais, e também examinaremos os efeitos nas áreas urbanas das mudanças implícitas nos meios de pagamento. As variáveis de interesse do resultado serão as economias e as transferências remotas, bem como padrões de consumo e investimento de usuários individuais.

Usaremos métodos de avaliação de impacto e pesquisas personalizadas de usuários para avaliar os efeitos da introdução de serviços bancários móveis. O nosso estudo abrangerá várias províncias do país (Gaza, Inhambane e Maputo).

Este projeto fortalecerá o conhecimento existente sobre inovações financeiras dirigidas aos países em desenvolvimento usando tecnologias de informação e comunicação.

Veja mais sobre o projeto de pesquisa Introdução de Banca Móvel em Moçambique em vídeo | papel de trabalho | informações adicionais sobre o trabalho de campo.

Em julho de 2015, o Banco Central de Moçambique, o Centro Internacional de Crescimento e a NOVAFRICA organizaram conjuntamente uma conferência sobre as inovações e os desafios enfrentados na promoção do desenvolvimento financeiro em Moçambique. O evento ofereceu aos pesquisadores internacionais e decisores locais a oportunidade de discutir iniciativas atuais e projetos de pesquisa que avaliem o impacto do dinheiro móvel nas áreas rurais e o desenvolvimento de microempresas na área Maputo maior.

Encontre mais informações sobre os falantes e o programa da conferência aqui.

Principais investigadores

Cátia Batista, Dean Yang

Coordenação de campo

Cheney Wells

Instituição de gerenciamento

Innovations for Poverty Action (IPA)

Parceiros

Banco Oportunidade de Moçambique (BOM)
International Fertilizer Development Corporation (IFDC)

Financiamento

Agricultural Technology Adoption Initiative (ATAI)
International Growth Center (IGC)

Sobre este projeto
Um esforço colaborativo com BOM e o IFDC

Uma grande fração da população moçambicana vive em áreas rurais e tem grande necessidade de inovações para melhorar o financiamento de insumos agrícolas. Ao mesmo tempo, muitos milhares de migrantes enviam remessas substanciais para suas famílias nas zonas rurais de Moçambique. Este projeto ofereceu aos migrantes na cidade de Maputo a capacidade de pagar diretamente por insumos de modernização agrícola para suas famílias em áreas rurais.

Existem dois parceiros-chave do projeto em Moçambique. Primeiro, o Banco Oportunidade de Moçambique (BOM) para facilitar as remessas internas e projetar produtos inovadores de poupança e empréstimo para migrantes internos destinados a financiar pacotes de insumos agrícolas. Em segundo lugar, a International Fertilizer Development Corporation (IFDC) para gerenciar a entrega de insumos agrícolas e treinamento para famílias rurais receptoras.

O projeto tem potencialmente um impacto significativo no projeto de políticas na medida em que os resultados do estudo podem ajudar a identificar políticas inovadoras para mobilizar recursos internos de migrantes para financiamento de insumos agrícolas.

Principais investigadores

Joana S. P. Story
Nuno Guimarães-Costa
Miguel Pina e Cunha

 

Sobre o projeto

Há uma grande necessidade de entender a liderança e a gestão na África. Depois de aprendermos mais sobre líderes e gerentes de África, podemos então traduzir esse conhecimento para as maiores literaturas de liderança e gerenciamento. Desta forma, podemos criar uma teoria mais indígena que também pode ser aplicada e validada no mundo ocidental.

A bolsa de estudos sobre liderança e gestão na África sub-saharan é escassa e fragmentada. Organizamos a literatura existente em torno de três fluxos de pesquisa diferentes: funcional (como fazer negócios em África a partir de uma perspectiva ocidental), cultural (o que torna a liderança / gestão africana diferente) e crítica (como eliminar o pensamento colonial). Discutimos cada uma dessas três perspectivas diferentes, ilustrando as ideias-chave, as teorias-chave, os métodos e o foco principal dos artigos. Com base nesta discussão e ilustração, desenvolvemos um modelo que descreve a “evolução” de como a liderança e a gestão foram descritas em África e analisou as oportunidades para futuras pesquisas.

Principal Investigador

Pedro Vicente

Instituição de gerenciamento

CSAE – University of Oxford

Parceiras

Comissão Nacional de Eleições de São Tomé e Príncipe
ActionAid International Nigeria
Jornal A Verdade (Mozambique)
Observatório Eleitoral (Mozambique)

Sobre o projeto

Um esforço colaborativo com CSAE na Universidade de Oxford

Temos experiência única em avaliação de impacto de campanhas de educação eleitoral em África. Criamos e realizamos ensaios de controle randomizado durante campanhas eleitorais em São Tomé e Príncipe (eleições presidenciais de 2006), Nigéria (rodada completa de eleições nacionais e estaduais de 2007) e Moçambique (eleições parlamentares / presidenciais de 2009).

Em São Tomé e Príncipe trabalhamos com a Comissão Eleitoral de Eleições. A campanha centrou-se em contrariar a compra de votos, conhecida no país como ‘banho’. A pesquisa descobriu que a compra de votos aumenta a participação dos eleitores e que os desafiantes podem ser particularmente dependentes dessa estratégia eleitoral. Veja mais

Na Nigéria, nós nos juntamos com a ActionAid International Nigeria (AAIN). AAIN implementou uma campanha contra a violência, tentando proporcionar uma maior sensação de segurança aos eleitores e apelando para a participação nas eleições. A campanha foi conduzida em todo o país, em seis estados da Nigéria (Lagos, Oyo, Kaduna, Planalto, Delta e Rios). A pesquisa descobriu que a violência eleitoral é análoga ao terrorismo, uma vez que visa evitar que os eleitores votem.
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Em Moçambique, colaboramos com o jornal livre A Verdade eo consórcio de ONG nacionais Observatório Eleitoral. Testamos diferentes formas de educação eleitoral. Utilizamos um sistema baseado em SMS (usando ushahidi de software livre), o que permitiu aos eleitores receber e enviar informações sobre as eleições. A pesquisa descobriu que a educação eleitoral aumenta a participação; No entanto, diferentes formas de educação eleitoral têm efeitos diferentes sobre as percepções dos eleitores. Veja mais.

Principais Investigadores

Cátia Batista, Pedro Vicente

Instituição Gestora

CSAE – University of Oxford

Sobre este Projeto

Uma colaboração com a CSAE na Oxford University

Entre 2006 e 2009, conduzimos intensos trabalhos de campo e de inquéritos às famílias de Cabo Verde e Moçambique. Estes dados incluem módulos detalhados, nomeadamente histórico de migração da família, educação, responsabilidade política ou formação em novos negócios. Com esta informação, fizémos trabalho de pesquisa em tópicos como o debate “brain drain vs. brain gain”; o impacto da emigração sobre a exigência de responsabilidade política; e o impacto da migração na formação de novas empresas.